Empresas que não existem mais

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A história é o conjunto de conhecimentos construídos relativos ao passado da humanidade e sua evolução, segundo o lugar, a época, e a interpretação.

Daí, a temos como a formação da nossa sociedade. Impossível desvendar um povo, uma cidade, Estado ou País sem conhecer os aspectos mínimos de sua formação social, cultural, político e econômica. Sem história, somos um intervalo, um vácuo entre duas gerações.

Viajamos o mundo para conhecer a história de outras nações, mas, infelizmente, conhecemos cada vez menos, a nossa.

Goiás é um terreno fértil de boas histórias.

A coluna Goianidades navega nesta onda, de saudosismo e valorização da nossa cultura, nossa terra.

Mesmo não sendo historiador, vou intercalar reminiscências entre os próximos artigos, histórias de empresas que não existem mais fisicamente, mas estão em nossa memória.

Temos várias para falar, dezenas: General Novilar, Onogás, Editora Oriente, BEG, Cine Casablanca, Tip-Top, Livraria Cultura Goiana, Boate Zoom, Café Central, entre outras centenas de boas histórias que vamos relembrar na coluna. Essa é a proposta: quem quiser me relembrar alguma empresa não mais existente , quero contar esta história a quatro mãos.

Até porque, vindo do interior, mesmo sendo morador de Goiânia desde 1979, gostaria de contar com ajuda dos nossos leitores.

O leitor que quiser participar, esteja à vontade em me enviar mensagem pelo WhatsApp (62) 98118-9250 ou e-mail para juscimar.ribeiro@uol.com.br. Na próxima semana, a primeira história. Até lá.

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